Ok. Devo esclarecer que o título não é apropriado, já que remete às crianças mimadas que param de brincar quando são contrariadas nas brincadeiras. Não é justo com um cidadão que está ali honestamente prestando um serviço para a sociedade no transporte coletivo. E sabemos como é difícil prestar esse serviço em alguns momentos.
Contexto: De tempos em tempos uma malandragem fica comum nos ônibus: a Carona. Indivíduos na maior cara-de-pau pedem ao motorista para viajar sem pagar. Isso é um grande desrespeito pra quem paga, porque, com arrecadação menor, o valor da passagem aumenta. Enfim, esse ato agora é totalmente ilegal, mas seus praticantes continuam tentando.
Aí, você considera também todos os públicos de um ônibus matinal: estudantes, trabalhadores, aspirantes a executivos ainda sem carro, pessoas doentes, idosos, bebados, crianças…misture tudo no liquidificador e coloque num busão lotado às 7h30 da manhã.
O bêbado “corteja” a estudante bonitinha, a idosa estressada com o descaso de seu inss desconta no aspirante a executivo, a criança (que agora tem celular) escuta funk no ultimo volume sem fone. É o caos.
E nesse caos, um malandro não quis pagar passagem. E o cobrador, protetor da catraca e da cidadania, prestador de serviço público, guardião da moral e bons costumes do busão não deixou. Pra quê? O Malandro se rebelou começando uma enorme discussão, desrespeitou as senhorinhas que defenderam o cobrador e o motorista que pedia para ele descer.
De repente, sem mais nem menos ele pulou a catraca. Ficou lá de boa, assobiando como se nada tivesse acontecido. O coitado do cobrador se sentiu humilhado. Se sentiu tao humilhando que gritou “EU NÀO AGUENTO MAIS” e aproveitou o trânsito e a porta aberta e foi embora do ônibus, deixando seu lugar vago.
MANOS, O COBRADOR FOI EMBORA DO ÔNIBUS, PRA SEMPRE!!!
Continua…
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