Amigos, me perdoem, eu esqueci que eu tinha esse blog. No entanto, para compensar vocês vou parar com enrolação e vou contar a mais cabulosa das histórias que vivi em todos esses anos viajando de ônibus pela ZL. Foi por causa dessa históra que eu resolvi registrar essas histórias. Foi por causa dessa história que eu percebi que eu vivi situações únicas nessas veredas. Foi por causa dessa história que todos os filmes de ação do tipo "Carga Explosiva", "Duro de Matar", "Missão Impossível", que eu sempre achei forçadíssimos agora fazem todo o sentido real para mim. SIM.
Ainda não decidi quantos capítulos teremos nessa novela, assim como na Globo, isso vai depender da audiência. Queria também, nessa introdução, homenagear os irmãos Sandra e Eduardo Mancini porque era para o aniversário deles que eu estava tentando ir, e ao invés da balada curti umas horas na delegacia (isso não é um spoiler). Pois bem,
Sábado a noite.
Cumpri todo aquele ritual john Travolta antes dos embalos de sábado a noite: banhinho, faz a barba, perfuminho, roupa de balada, chiclete, RG, cartão, dinheiro...bora pro ponto...23:00 PM. Lá vou eu atravessar a cidade em busca da gandaia. Já discorri acerca de ônibus às 11 da noite do sábado em algum outro post.
Parecia ser uma viagem normal, eu e mais 4 gatos pingados o motorista e a cobradora (chata bagarái).
Tava lá curtindo uma viagem, aquele marasmo me convidou pra uma soneca zzzzzzzzzzzzzzzz.....
POWWWWWWWWW
Acordei de sobressalto com algo batendo violentamente no ônibus. Era uma pedra, um tijolão de concreto...
Como os outros passageiros correram para a janela, assim também o fiz e avistei o arremessador, um sujeito em tal grau de alteração entorpecente da mente que eu não sei como ele conseguiu segurar sua munição. Ele estava esbravejando contra Deus, o mundo e claro, o motorista que se recusava a transportá-lo. O motorista desligou o ônibus e o meliante saiu correndo.
Ossada, eu tinha que pegar mais um ônibus depois da primeira viagem e fiquei com medo dessa situação me atrasar. Papo vai, papo vem, vidro quebrado, "o que se pode fazer"... aí um dos passageiros informou que havia um guichê policial um pouco adiante.
Então o motorista voltou para prosseguir viagem e encontrar o tal guichê.
Continua....
Certo, eu quero a continuação!
ResponderExcluirXiiiiiiiiiii!!!!
ResponderExcluirTem jogo, hoje? Novelas só tem capítulos curtos assim de quarta-feira!